sexta-feira, 5 de novembro de 2010

um pouco da mitologia grega:

Mitologia Grega. 
Os gregos antigos enxergavam vida em quase tudo que os cercavam, e buscavam explicações para tudo. A imaginação fértil deste povo criou personagens e figuras mitológicas das mais diversas. Heróis, deuses, ninfas, titãs e centauros habitavam o mundo material, influenciando em suas vidas. Bastava ler os sinais da natureza, para conseguir atingir seus objetivos. A pitonisa, espécie de sacerdotisa, era uma importante personagem neste contexto. Os gregos a consultavam em seus oráculos para saber sobre as coisas que estavam acontecendo e também sobre o futuro. Quase sempre, a pitonisa buscava explicações mitológicas para tais acontecimentos. Agradar uma divindade era condição fundamental para atingir bons resultados na vida material. Um trabalhador do comércio, por exemplo, deveria deixar o deus Hermes sempre satisfeito, para conseguir bons resultados em seu trabalho.

por maria dalva.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

RITUAL DE MUMIFICAÇÃO DO EGITO ANTIGO

Preparação do corpo na mumificação


 i. O ambiente era aromatizado com incensos.
ii. Partes internas do corpo, inclusive o cérebro eram removidas. O coração permanecia no corpo porque deveria ser pesado por Anúbis, deus da morte.
iii. Um sacerdote comandava o ritual da mumificação com a máscara de Anúbis no rosto.
iv. O corpo era lavado com vinho da palma e coberto com sal.
v. Após 40 dias, os sacerdotes passavam óleos perfumados sobre a pele e introduziam, no corpo do morto, ervas cheirosas que ajudavam a evitar a decomposição.
vi. O fígado, o pulmão, o estômago e o intestino eram colocados em pequenos jarros que funcionavam como pequenos caixões. Os órgãos acompanhavam o morto na viagem pós-morte.
vii. Os sacerdotes enrolavam o corpo com bandagens embebidas em resina.
viii. Colocavam amuletos perto do corpo porque eles trariam sorte no mundo pós-morte. 
ix. Depois de enfaixada, a múmia era colocada dentro do sarcófago.
x. Na tumba dos faraós eram colocadas comida, bebida e jóias.
xi. A tumba de Tutankhamon, por exemplo, contém jarros de vinho e comida. Ao lado do faraó, assim como sua mulher, foram enterrados músicos.

Por: Gilmar  A. Lima

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

frente de libertação animal

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A Frente de Libertação Animal

quinta-feira, 13 de maio de 2010
Talvez a segunda organização animalista mais conhecida do mundo, só perdendo para a PETA, a Frente de Libertação Animal (ALF, em sua sigla em inglês) é um grupo considerado como terrrorista pelo governo dos EUA, apesar de (por definição) nunca ter machucado ninguém.
Surgiu no Reino Unido no final da década de 1970, inicialmente restringindo-se a sabotagem de caçadas, logo extendeu-se a todo tipo de ação abusiva direta contra os animais.
O que é
A ALF é uma organização sem líder, sem estrutura, sem hierarquia, consistindo apenas dos ativistas que agem de forma isolada seguindo uma série de princípios, na tradução de Bruno Müller:
1. LIBERTAR animais de lugares de abuso, i.e. laboratórios, fazendas-fábricas, fazendas de peles, etc., e alocá-los em bons lares onde possam viver suas vidas naturais, livres de sofrimento.
2. INFLIGIR dano econômico àqueles que lucram com o sofrimento e exploração dos animais.
3. REVELAR o horror e as atrocidades cometidas contra animais por trás das portas trancadas, por meio da prática de ações diretas não-violentas e libertações.
4. TOMAR todas as precauções necessárias para não ferir qualquer animal, humano e não-humano.
5. ANALISAR as ramificações de todas as ações propostas, e nunca aplicar generalizações quando uma informação específica estiver disponível.
O que faz
A Frente faz ações diretas contra aqueles que ganham com a exploração animal. Causar dano econômico contra simples creófilos não está dentro do objetivo da Frente. A Frente apenas alveja os especistas diretos.
Quem participa
Qualquer vegano ou vegetariano (incoerentemente incluido) que fizer uma ação direta que siga os princípios da organização pode ser considerado parte da Frente.

A EXPANSÃO GREGA.

Expansão do povo grego (diáspora) 
Por volta dos séculos VII a.C e V a.C. acontecem várias migrações de povos gregos a vários pontos do Mar Mediterrâneo, como conseqüência  do grande crescimento populacional, dos conflitos internos e da necessidade de novos territórios para a prática da agricultura. Na região da Trácia, os gregos fundam colônias, na parte sul da Península Itálica e na região da Ásia Menor (Turquia atual). Os conflitos e desentendimentos entre as colônias da Ásia Menor e o Império Persa ocasiona as famosas Guerras Médicas (492 a.C. a 448 a.C.), onde os gregos saem vitoriosos.
Esparta e Atenas envolvem-se na Guerra do Peloponeso (431 a.C. a 404 a.C.), vencida por Esparta. No ano de 359 a.C., as pólis gregas são dominadas e controladas pelos Macedônios. 

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A CULTURA GREGA.

Foi na Grécia Antiga, na cidade de Olímpia, que surgiram os Jogos Olímpicos em homenagem aos deuses. Os gregos também desenvolveram uma rica mitologia. Até os dias de hoje a mitologia grega é referência para estudos e livros. A filosofia também atingiu um desenvolvimento surpreendente, principalmente em Atenas, no século V ( Período Clássico da Grécia). Platão e Sócrates são os filósofos mais conhecidos deste período.

A dramaturgia grega também pode ser destacada. Quase todas as cidades gregas possuíam anfiteatros, onde os atores apresentavam peças dramáticas ou comédias, usando máscaras. Poesia, a história , artes plásticas e a arquitetura foram muito importantes na cultura grega.

A religião politeísta grega era marcada por uma forte marca humanista. Os deuses possuíam características humanas e de deuses. Os heróis gregos (semi-deuses) eram os filhos de deuses com mortais. Zeus, deus dos deuses, comandava todos os demais do topo do monte Olimpo. Podemos destacar outros deuses gregos : Atena (deusa das artes), Apolo (deus do Sol), Ártemis (deusa da caça e protetora das cidades), Afrodite (deusa do amor, do sexo e da beleza corporal), Démeter (deusa das colheitas), Hermes (mensageiro dos deuses) entre outros. A mitologia grega também era muito importante na vida desta civilização, pois através dos mitos e lendas os gregos transmitiam mensagens e ensinamentos importantes.

Os gregos costumavam também consultar os deuses no oráculo de Delfos. Acreditavam que neste local sagrado, os deuses ficavam orientando sobre questões importantes da vida cotidiana e desvendando os fatos que poderiam acontecer no futuro.

Na arquitetura, os gregos ergueram palácios, templos e acrópoles de mármore no topo de montanhas. As decisões políticas, principalmente em Atenas, cidade onde surgiu a democracia grega, eram tomadas na Ágora (espaço público de debate político).

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Viaduto do Chá

Viaduto do Chá

Até a primeira década do século XX, o senhor comendador, o barão de Itapetininga (depois da baronesa de Itu), tinha uma chácara no Vale do Anhangabaú, região conhecida como o Morro do Chá, onde se cultivavam hortaliças e chá.

Em 1877, o engenheiro francês Jules Martin apresentou um projeto para construir um viaduto de 180 metros de extensão sobre o Vale do Anhangabaú, para realizar a ligação entre a Rua Direita (o Centro Histórico) e a Rua Barão de Itapetininga, atravessando o Morro do Chá, cuja chácara estava sendo loteada.


A "Companhia Paulista do Viaduto do Chá" iniciou, em 1889, o projeto de estrutura metálica, de origem alemã. Inaugurado em 1892, o viaduto media "240 metros de comprimento, dos quais 180 de estrutura metálica, com 14 metros de largura".


Ecléa Bosi recorda:
"São Paulo até embaixo do Viaduto do Chá era uma chácara, tinha verdura, vaca de leite. O viaduto não era esse, era outro de grades de ferro. Quando o bonde passava lá em cima as pedras tremiam, parece que ia cair. E lá embaixo era chácara, a gente descia pela escadaria para os matos. Onde é a Rua Xavier de Toledo eram casas de pobres que alugavam cômodos. Subindo a escadaria, atravessava uns trilhos e já saía na Rua das Palmeiras. A Rua Direita era uma ruazinha estreita, tinha a Casa Alegre na esquina que era do Conde São Joaquim em que vendia perfumes. Por lá passava o corso no carnaval".
O viaduto tinha portões e guaritas de madeira em suas extremidades. Era cobrado um pedágio de três vinténs pela sua passagem. "O viaduto chegou mesmo a ser conhecido como viaduto de três vinténs. Veículos de tração animal trafegavam normalmente; era proibido, porém, o trânsito de carros com eixo fixo."
Mas o pedágio logo se tornou alvo de crítica da população. Um abaixo-assinado encaminhado à Câmara Municipal solicitou a liberação do pedágio, tido como "um verdadeiro vexame para toda a população e o progresso paulista". O viaduto foi adquirido pela Prefeitura e a sua passagem tornou-se gratuita.
O Viaduto do Chá precisou ser reconstruído para a travessia de bondes elétricos.
"Quando se estabeleceu a tração elétrica, foi feito um estudo de resistência dos materiais, de que resultou suportar no leito central uma laje de concreto. Nos passeios laterais foram substituídas as tábuas de madeira por lajes pousadas na estrutura metálica que oscilavam quando pisadas, como mesa de restaurante sobre soalho mal nivelado. Entre as lajes, vãos que permitiam enxergar para baixo, de sorte que a oscilação, os vãos e a pouca confiança no concreto armado convertiam em suplício a travessia do viaduto. Eu mesmo, sempre inclinado a confiar na ciência e na técnica, tive receio, nos primeiros tempos. Toda a estrutura do viaduto trepidava quando passava o bonde elétrico", lembra-se Jorge Americano.
Em 1910, o Vale do Anhangabaú foi todo ajardinado, transformando-se no Parque do Anhangabaú, com edifícios de arquitetura européia dos dois lados do vale. O antropólogo belga Claude Lévi-Strauss o descreveu em 1935:
"Desemboca-se à beira da ravina do rio Anhangabaú, atravessado por uma ponte que é uma das principais artérias da cidade. A baixada é ocupada por um parque no gosto inglês, canteiros ornados de estátuas e quiosques, enquanto na vertical dos dois taludes elevam-se os principais edifícios: o Teatro Municipal, o Hotel Esplanada, o Automóvel Club, os escritórios da companhia canadense que fornece a luz e os transportes".
O Viaduto do Chá, entretanto, foi ficando cada vez mais obsoleto diante do intenso movimento gerado pela explosão demográfica e pelo incremento de veículos motorizados na cidade. Raimundo Menezes conta como foi o fim do velho viaduto: "No dia em que começaram a derrubar a relíquia - uma segunda-feira, 18 de abril de 1938 - não houve solenidade… Apenas alguns paulistanos, amantes do passado, cismarentos, pararam um pouco para observar os operários na sua faina, picaretas em punho, a destruir a histórica ponte, testemunha muda de um passado não muito longínquo…".

Nesse mesmo ano, o novo Viaduto do Chá, projetado por Elisário Bahiana, ficou pronto: o material utilizado foi o concreto armado e sua largura foi duplicada.


Conjunto de edifícios do Parque do Anhangabaú,c. 1927: os Palacetes Prates, ladeando o Edifício Sampaio Moreira, e o Viaduto do Chá desembocando na Praça do Patriarca, com os Mappin Stores ao fundo; do outro lado do viaduto, o último dos Palacetes Prates e a Ladeira Dr. Falcão; no canto inferior direito, as obras do Edifício da Light.
Crédito: Anônimo

No início da década de 1940, o Parque Anhangabaú mudou radicalmente de feição, depois da implantação de um projeto idealizado pelo prefeito Prestes Maia, cujo objetivo central era agilizar o transporte sobre rodas (ônibus e automóveis). Construíram-se então três avenidas que atravessariam a cidade: Avenida Anhangabaú, Avenida 9 de Julho e Avenida Itororó.

Recuperando a idéia de preservação da área pública, foi construída uma alça no Parque do Anhangabaú, em 1991, que ligou as Avenidas 9 de Julho e 23 de Maio. Hoje há um túnel que permite a passagem de veículos que atravessam o centro no sentido norte-sul e vice-versa.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O Mito de Origem

O Mito de Origem

Por volta de 750 a.C, essas histórias antes transmitidas exclusivamente pela oralidade, passaram a serem catalogadas e escritas, não se sabe se por um ou vários autores, o fato é que um nome ficou perpetuado Homero, que descreve em suas obras sua versão da Criação dos “deuses” e dos Homens.
Para Homero havia Okeanos, um espírito em forma de rio circular e infinito fluido eternamente sobre si mesmo, havia também outra presença Tetis ( a grande mãe), da união deles surge toda a descendência dos deuses.

Outra versão para o surgimento dos deuses e dos Homens, aparece 50 anos depois com O Poeta Hesiodo, que vai deixar sua versão da criação registrada na sua obra “The Theogony”.

Para Hesíodo, havia o Caos, com o sentido de vazio, não de desordem, surge tbém uma deusa Gaia ( a terra ), Gaia se relaciona com o Caos, surge Urano
Urano não queria ter filhos, tinha medo de perder seu poder, mas Gaia combina com Cronos, seu filho ainda não nascido, e esse castra Urano, provavelmente ainda no útero de Gaia, os órgão do pai, cai no mar dando origem a uma nova deusa Afrodite (deusa do amor)
Cronos ainda liberta os seus irmãos do útero de sua mãe Gaia, dando origem aos Titãs.
Cronos por ter também medo de perder seu poder para seus filhos os engolia, mas Réia sua esposa por querer ter filhos escolhe um deles Zeus, e quando o mesmo nasce, ele engana Cronos , dando-lhe uma pedra enrolada em lençóis, como se fosse Zeus, e esconde Zeus em uma caverna em Creta, quando esse cresce, volta e mata seu pai, e liberta seus irmãos da barriga do mesmo, e esses vão travar um luta contra seus tios, tias, primos e primas, os titãs.
Depois de triunfar sobre os Titãs o grande deus Zeus casou-se com Metis que também era um Titã sua tia, nasce Atena a deusa dos guerreiros, ela nasce já pronta da testa de Zeus.

Esse mito deixa claro a ânsia do Homem pela busca de respostas da sua origem, mas para muitos Estudiosos esse mito mostra também o grande conflito entre pais e filhos, se voltamos para época em que Hesíodo narra esse mito, vamos perceber que essas civilização viviam um regime Patriarcal, os filhos só tinham algum poder e bens quando os pais morriam, e isso criava uma tesão entre eles, e o mito deixa bem claro isso quando narra que tanto Urano, como seu filho Cronos não queriam ter filhos, com medo de perder seu poder para os mesmos e que os dois foram assassinados pelos filhos para que esses assumissem seus tronos, podemos fazer ainda uma outra analise desse mito olhando com atenção para as figuras femininas mito, como Gaia e Réia , mesmo antes do surgimento dos Homens na terra, os mitos já eram narrados de forma a colocar a figura feminina como feitas para a maternidade, e como “culpadas” pelos males dos homens ou deuses,o mito mostra que tanto Gaia como Réia traem seus esposos, mostrando mais uma vez que essas civilização eram patriarcais e machistas.